Tipos de Sensores
Projeto: SmartVac
Área: Administração
Público principal: administradores responsáveis pela configuração técnica
Situação do documento: Revisado
1. Objetivo
Orientar a consulta e, somente quando necessário, a criação ou edição de tipos de sensores.
2. Uso recomendado
Os tipos normalmente necessários já estão cadastrados. A rotina deve ser usada principalmente para consulta.
Crie um novo tipo apenas quando:
- A grandeza ou finalidade realmente não existir;
- A nomenclatura tiver sido acordada;
- O impacto nas regras e na IA tiver sido avaliado;
- Houver confirmação de que o novo tipo será reconhecido pelos consumidores necessários.
3. Impacto do tipo
O tipo não é apenas uma descrição visual. Ele pode ser usado para:
- Identificar a função do sensor;
- Evitar dois sensores equivalentes no mesmo equipamento;
- Selecionar sensores avaliados por regras específicas;
- Direcionar treinamento e validação da IA;
- Apoiar diagnósticos de qualidade.
Um tipo novo pode ser salvo normalmente e ainda assim ser ignorado por uma rotina que trabalha com uma lista controlada de tipos.
4. Consulta
- Acesse Cadastros > Tipos de Sensores.
- Pesquise por nome, descrição ou categoria.
- Abra tipos semelhantes antes de decidir pela criação.
- Confirme como eles são usados em equipamentos existentes.
5. Campos
5.1 Nome
Obrigatório, único e limitado a 100 caracteres. Use uma denominação clara e consistente com os tipos existentes.
5.2 Descrição
Campo opcional de até 255 caracteres. Explique a finalidade quando o nome não for suficiente.
5.3 Categoria
Campo obrigatório. A categoria organiza o tipo dentro das classificações reconhecidas pelo sistema. Se houver dúvida, não escolha por aproximação: valide com o responsável técnico.
6. Criação
- Confirme que não há tipo equivalente.
- Selecione Novo.
- Preencha nome, descrição e categoria.
- Selecione Salvar.
- Valide se as rotinas que precisam do tipo estão preparadas para reconhecê-lo.
- Faça um teste controlado antes de usar em produção.
7. Edição
Antes de editar, identifique todos os sensores que usam o tipo. Alterar nome ou categoria pode mudar a interpretação operacional e afetar integrações que dependem dessa classificação.
Não reutilize um tipo existente para uma finalidade diferente apenas para evitar criar uma classificação adequada.
8. Exclusão
A exclusão não deve ser realizada enquanto houver sensores dependentes ou sem avaliação de impacto.
Mesmo que a interface ofereça a ação, confirme referências, histórico e consumidores antes de executá-la.
9. Exemplos de decisão
| Situação | Orientação |
|---|---|
| Novo sensor de temperatura com função já existente | Usar o tipo existente |
| Nome desejado está diferente, mas finalidade é igual | Padronizar o nome do sensor, não criar tipo |
| Nova grandeza física | Avaliar novo tipo e suporte das rotinas |
| Novo tipo apenas para contornar duplicidade | Rever o cadastro do equipamento |
| Tipo criado, mas IA não avalia | Solicitar suporte explícito na IA; não trocar por tipo incorreto |
10. Checklist
11. Resultado esperado
A lista de tipos deve permanecer controlada, coerente e compatível com as regras que consomem a classificação dos sensores.